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Objetivo da ação proposta :
Contribuir para que o Estado brasileiro alcance as Metas do Milênio relacionadas com a infância e a adolescência pactuadas com as Nações Unidas em 2002 e descritas no documento ‘Um Mundo para as Crianças’
Ação para realizar esse objetivo :
implementar políticas mais efetivas que contribuam com a tendência histórica de redução das taxas de mortalidade infantil e na infância, de modo que seja possível ao Brasil atingir as metas, ampliando a natureza dessas políticas para além da imunização;
incorporar novos serviços e ampliar os serviços existentes para os grupos que, tradicionalmente, têm dificuldades de acesso, com destaque para a necessidade de se adotar estratégias de busca ativa das populações excluídas;
desenvolver ações estruturadas regionalmente como estratégia para o alcance das metas, reconhecendo a redução das iniqüidades como condição essencial para cumpri-las;
aplicar recursos no desenvolvimento de indicadores de qualidade para o monitoramento da taxa de mortalidade infantil, reduzindo para menos de 10% as taxas de sub-registro de nascimento e de óbitos infantis, especialmente naquelas regiões onde a situação é mais grave;
ampliar o investimento em ações que reforcem o estímulo ao aleitamento exclusivo das crianças até os 6 meses de vida e acompanhar de forma sistemática os indicadores relativos a esse comportamento.
Redução de no mínimo um terço nas taxas de mortalidade materna, visando atingir a meta de redução de três quartos até 2015.
Qual organização/quais organizações proponentes :
Ágere Cooperação em Advocacy
ECOS Comunicação em sexualidade
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Fundação Orsa
GRUPO DE APOIO A PREVENÇAO DA AIDS DO RIO GRANDE DO SUL
Plan International Brasil
Pólis Inst Est Form e Ass em Pol Sociais
Visão Mundial
Viva Rio
Rede de Monitoramento Amiga da Criança
A rede é formada pelas seguintes organizações nacionais e organismos internacionais:
1.Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids – ABIA
2.Ação Educativa
4.Intituto Âmbar
5.Agência de Notícias dos Direitos da Infância – ANDI
6.Associação de Voluntários para o Serviço Internacional – AVSI
7.Cepia – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação
8.Cipó – Comunicação Interativa
9.Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes
10.Centro de Recuperação e Educação Nutricional – CREN
11.Ecos – Comunicação em Sexualidade
12.Instituto Ethos – Empresas e Responsabilidade Social
13.Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
15.Fundação Orsa
17.Instituto Latino-americano das Nações Unidas – ILANUD
18.Instituto de Estudos Socioeconômicos – INESC
19.Missão Criança
20.Organização Internacional do Trabalho – OIT
22.Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD
24.Save the Children – Reino Unido
25.Sociedade Brasileira de Pediatria
26.Rede Sou de Atitude
27.Organização das nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO
28.Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF
Em qual atividade do FSM a proposta foi apresentada, discutida, acolhida :
Um Brasil para as crianças - A sociedade brasileira e os objetivos do milênio para a infância e adolescência
Âmbito da ação :
National
Uma ou duas palavras-chave :
crianças
Que outras parcerias existirão :
Indivíduos – podem escolher, na hora do voto, candidatos comprometidos com a infância; acompanhar as ações dos governos eleitos; reivindicar investimentos; participar de organizações sociais; contribuir com os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e com projetos que solucionem os problemas da população infanto-juvenil; e ainda acompanhar as análises da Rede de Monitoramento Amiga da Criança.
Empresários – podem investir em projetos sociais; realizar parcerias com os governos; doar para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente; assegurar aos filhos de seus funcionários o direito à creche e às funcionárias o direito ao aleitamento materno; facilitar o acesso à educação de seus funcionários; contratar aprendizes; disponibilizar vagas para jovens em seu primeiro emprego; desenvolver campanhas informativas; combater o trabalho infantil.
Políticos – devem assegurar a prioridade absoluta conferida às crianças e aos adolescentes nas políticas públicas; desenvolver bons programas em sua gestão para a população infanto-juvenil, garantindo os recursos necessários; estabelecer parcerias com a iniciativa privada e com organizações sociais; reforçar e respeitar as decisões dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e a atuação dos Conselhos Tutelares.
Prefeitos e governadores – devem se comprometer, junto com Presidente da República, com o alcance das metas, elaborando diagnósticos e planos de ação para combater os principais problemas das crianças e adolescentes.
Senadores, deputados e vereadores – devem legislar para que as metas sejam alcançadas.
Juízes e promotores – devem julgar e fiscalizar a eficiência das políticas públicas e defender os direitos das crianças e adolescentes.
Jornalistas – podem mantar a sociedade informada e mobilizada sobre os principais problemas da infância e da adolescência e suas soluções.
Crianças, adolescentes e jovens – podem propor soluções para os seus problemas e participar de iniciativas que levem ao alcance das metas.
E-mail :
info (@) fundabrinq.org.br, drodriguez (@) fundabrinq.org.br, alejandre (@) fundabrinq.org.br
Autres propositions faites par les organisations :